Rss Feed
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
  1. Fim de semana

    22 de fevereiro de 2010

    Se encontra no fim de semana. Espera vir a sexta-feira. Vive o sábado inteiro como se o sétimo dia fossem na verdade sete. Não dorme nem sexta, nem tampouco sábado. Atravessa 24 horas de fim de semana. Vez ou outra um feriado: amor de fim de semana prolongado. O domingo é o fim. O fim! Antes de acabar é o início de uma nova espera. Segunda, terça-feira, lembrança do fim de semana. Pelo telefone, expectativa quarta, quinta-feira. Veio a sexta-feira e trouxe com ela, de novo, o amor de fim de semana.

  2. Voltando

    21 de dezembro de 2009

    Depois de um tempo longe estou voltando. Breve postagens...


  3. 5 de dezembro de 2009


    Duas casas


    Uma casa



    Muitos bichos pelas ruas de amsterdam




    Deusa do Sadomasoquismo, Amsterdam




    Os dois principais "pontos turísticos" de Amsterdam: Maconha e Sexo





    Em Amsterdam, canais e bicicletas por todos os lados






    Salamanca, Espanha: cidade cor marrom







    Na restauração recente de uma igreja de Salamanca, um restaurador fez a piada: Astronauta e Diabo comendo sorvete.










  4. O dia se zangou
    (Mauro Diniz/Ratinho)
    *gravado recentemente no CD Casuarina - MTV Apresenta

    Em virtude do tempo hoje não há futebol
    Veio uma chuva de vento,
    E levou pra bem longe o sol
    O que se vai fazer
    na tarde sem lazer,
    E uma noite tão feia
    E eu esperei lua cheia

    Quem pensou em passar o final de semana deitado na areia de Copacabana também se enganou
    Quem pensou no pagode do Para Quem Pode já viu que não pode, ficou na saudade e o tempo fechou
    Bem cedo anuviou,
    O céu escureceu,
    O dia se zangou,
    Então choveu, choveu
    Temporal baixou,
    e a cidade se alagou
    Temporal baixou
    e a cidade se apagou **



    **adaptação do blogueiro

  5. Sobre ombros, escombros e assombro

    5 de novembro de 2009


    Esse amontoado de escombros
    por pouco padeço, no desânimo pereço
    perco o apreço pelo pôr do sol, pelo seu nascer
    pelo profundidade do céu, pelo firmamento do mar


    O peso do mundo sentido nos ombros
    Tanto a cobrar, tão pouco a esperar,
    Nada a ensinar, tampouco partilhar


    Ter que crescer, na marra, assombro
    Movido pelo medo de não merecer
    O pouco que me é mostrado,
    do muito que preciso ver
    Expondo meu modo, tentando
    Amadurecer sem esquecer de ser humano
    O apreço que não quero deixar pra trás

  6. El Tour Gratis

    25 de outubro de 2009

    Volta e meia volto a falar da viagem aqui n’O Vencedor. O mochilão 2009 teve história. Os lugares que vi tinham história. Muita história boa, que eu não saberia tão bem não fosse a ajuda de guias turísticos que encontrei por lá. Só que esses guias tinham uma peculiaridade: eram "gratuitos".


    Pois é. Na Europa existe uma empresa (empresa mesmo, com fins lucrativos) que disponibiliza Tours de graça para os turistas. Funciona da seguinte forma: Dois horários diários, uma dúzia de guias com tours em inglês e meia dúzia com tours em espanhol, um ponto de encontro na área central do lugar, mais ou menos três horas andando pela cidade ouvindo suas histórias.

    E como a empresa se mantém? Da contribuiç o espontânea dos turista ao final do tour. Nenhum valor pré-estabelecido. O guia simplesmente pede aos turistas uma "propina" (em espanhol a gorjeta é propina) de qualquer valor. Gastamos, eu, meu irmão e minha mãe, 20 euros com o Free Tour em toda a viagem. E graças a isso conheci mais a fundo a história das cidades e países que visitei.

    Graças a esses guias, descobri por exemplo, peculiaridades sobre a arquitetura de Amsterdam, na Holanda. As casas são levemente "tortas", não por uma falha na construção ou porque o solo é argiloso e está afundando. O motivo é simples: como as casas são muito estreitas e altas, carregar móveis dentro delas é praticamente impossível. Todas as casas têm ganchos na ponta dos telhados, pelos quais os móveis são erguidos por uma corda. As casas s o inclinadas para que os móveis não arrastem nas paredes enquanto são içados. Não estraga nem os móveis, nem as paredes.

    Questão de praticidade

    Por causa do Free Tour também descobri, por exemplo, que em Praga, República Tcheca, existia um bairro onde os judeus foram apartados pelos cristãos por mais ou menos 400 anos. Os judeus só podiam residir ali, dormir ali, fazer suas atividades do dia-dia naquele pequeno espaço, e, não seria diferente, seus mortos só poderiam ser enterrados ali. Agora, imaginem um cemitério de um bairro pequeno, onde teriam que ser enterrados todos os mortos por 400 anos. No decorrer dos anos, o cemitério precisou ser aterrado várias vezes, para os novos mortos, e isso criou um terreno, no meio do bairro, que fica a mais ou menos 11 metros acima do nível da rua. Ó insensatez religiosa!

    Ótima idéia dos europeus, que deveria (e deverá) se espalhar por todo o mundo. Informações sobre El Tour Grátis, as cidades onde já existe, pontos de encontro, entre outras aqui: http://www.neweuropetours.eu/
    Berlin
    Amsterdam

  7. A música* que inspirou a imagem

    13 de outubro de 2009


    Tá me esperando na janela ai...



    Não sei se vou me segurar...

    Clicada com o celular durante o 8º PiraíFest no último feriadão. O chopp Brahma custava R$ 2,50 e o resultado não podia ser outro (rs). Diga-se de passagem uma das melhores festas tipo 'feira de exposição' que já fui.

    *Esperando na Janela - Gilberto Gil

  8. Tudo diferente*

    8 de outubro de 2009

    Todos caminhos trilham pra gente se ver, todas trilhas caminham pra gente se achar, né - por que senão que outra explicação teria pra gente se encontrar justo agora, né?

    Eu ligo no sentido de meia verdade - os seus mistérios que eu quero descobrir, os meus que revelo aos poucos pra você.

    Metade inteira chora de felicidade - a metade que você roubou de mim; a metade que faltava e você trouxe até aqui.

    A qualquer distância o outro te alcança - Não teve distância, nem obstáculo, que puderam impedir de acontecer.

    Erudito som de batidão - O amor por você é meio assim, “erudito” (romântico, tranqüilo) “som de batidão” (intenso, movimento)

    Dia e noite céu de pé no chão - dia e noite pensando em você, mas pensando também nas coisas tão quão importantes, por que quem vive de amor é personagem de livro, filme ou novela.

    O detalhe que o coração atenta - os detalhes que fazem a nossa diferença.

    Você passa, eu paro - parei na sua frente pra te dar aquele rápido beijo que durou e permaneceu.

    Você faz, eu falo - Eu faço, você fala. A gente faz, a gente fala.

    Mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem - (...)

    Não sei, mas sinto, uma força que embala tudo - Engraçado não saber, mas sentir que está tudo certo quando estou com você

    Falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate - e tudo bate de um jeito diferente com você.

    *Tudo diferente - Maria Gadú (composição: André Carvalho)

  9. Imagem de viagem

    16 de setembro de 2009

    Mais fotos do mochilão:


    curvas (Praga)



    praça (Praga)



    art noveau (Praga)




    art noveau 2 (Praga)





    castelo (Potsdam - Alemanha)



    espelho (Potsdam)



    catedral (Berlin)






    de cima (Berlin)



    protesto (Iranianos em todos os lugares faziam protestos contra o resultado das eleições no país)



    eu vi duendes (Amsterdam)



    canais (Amsterdam)


    heineken experience (Amsterdam)

  10. Blog ultrapassado?

    25 de agosto de 2009

    "Twittar" virou moda. O termo se refere a quem utiliza a “nova” febre da comunicação na internet: o Twitter. Afora todas as discussões filosóficas sobre o papel da internet nas relações humanas, o interessante é ver como a web vai superando e descartando a si mesma.

    A intensão por trás do novo site de relacionamentos é ser um diário em tempo real. A idéia do diário nos lembra o que? Os blogs, que, se não foram criados para esta finalidade, foram utilizados como tal pela grande maioria de seus adeptos.

    Como aconteceu com os jornais, que tiveram que se adaptar para o ambiente da rede, e mais tarde tiveram que aprimorar seu sistema de notícias para o “furo” constante (tempo real), assim também a internet está aos poucos substituindo os já ultrapassados e obsoletos (?) blogs.




    Voltando ao exemplo dos textos jornalísticos, que tiveram que ser adaptados para o ambiente virtual, com textos mais curtos e objetivos, o Twitter parace seguir a mesma linha. Entre outras funcionalidades - como a de ser também um site de relacionamentos a exemplo de Orkut e Facebook - a nova interface almeja funcionar como uma espécie de “blog” em tempo real, com limite de caracteres por postagem, enxugando assim, a infinidade de caracteres dos blogs.


    Alguem aí se lembra do mIRC? O MSN e outros programas vieram e foram aos poucos tomando o lugar do antigo Chat- que ainda hoje é utilizado, porém mais para troca de arquivos de interesses específicos e até alguns saudosistas.

    Ps.: Alguns blogueiros já deixaram de escrever em seus antigos sites para migrar para o Twitter, e alguns muitos estão pensando em fazê-lo. Eu por enquanto, continuo vivendo no “passado”.


  11. A música* me fez refletir o quanto é contraditório o amor. Ela diz: “Você me tem fácil demais, mas não parece capaz de cuidar do que possui”. Ao mesmo tempo em que faz pirraça: “não vá pensando que eu sou seu”.

    Ela (a música) deixa transparecer o quanto é confusa toda essa coisa de “se entregar”, sem querer se deixar na mão do outro. Não existe amor que dê certo sem entrega, sem algumas renúncias. Ao mesmo tempo, não se quer perder o espaço individual.

    Por um lado sentencia: “você me tem fácil demais”. Como quem confessa ter mergulhado de cabeça num relacionamento, sem pensar muito nas conseqüências. Por outro pede, num desabafo: “não faça nada por mim”. Como quem necessita de liberdade, e se sente amarrado diante das privações de um amor um tanto controlador.

    A personagem, enfim, é refém de uma dominação com a qual ela não se sente confortável. Mas ama tanto - ou se ama tão pouco - que não tem vontade/coragem de se livrar da situação: “Me disse vá e eu não fui”. E vai entender o amor...



    *Nada por mim (Paula Toller e Herbert Vianna)