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Igreja São Francisco - João Pessoa (PB)
19 de julho de 2012
Postado por Unknown às 10:20 | Sessões: álbum | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Sentido bíblico
15 de julho de 2012
E aí eu pedi a Deus, aquele velho senhor, meio sistemático, ligado no significado literal das palavras:- Me dá alguma inspiração?!- Como assim se pra respirar você precisa de bem mais do que isso?- É... Mais ou menos isso. Eu preciso daquela inspiração que oxigena a alma. E consequentemente faz expirar coisas boas pro mundo.Postado por Unknown às 18:31 | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Algumas paisagens de Natal
6 de julho de 2012
Postado por Unknown às 11:06 | Sessões: álbum | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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pessoas e flores (Natal - RN)
2 de julho de 2012
Postado por Unknown às 07:44 | Sessões: álbum | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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No blog amigo
29 de junho de 2012
Mais um texto "Sempre na estrada", no blog amigo http://oipreguica.com/berlim/.Postado por Unknown às 06:47 | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Sustentabilidade – Duas visões
20 de junho de 2012
Na esteira das discussões sobre Sustentabilidade provocadas pela Rio + 20, a visão de dois pensadores sobre o tema chama a atenção para questões relevantes acerca das mudanças de paradigmas que a humanidade precisará enfrentar se quiser legar um mundo melhor para as próximas gerações.De um lado o teólogo e filósofo brasileiro Leonardo Boff e de outro o administrador americano Mark Kramer. Duas visões que divergem ideologicamente, mas que trazem contribuições importantes para o debate, e chamam à responsabilidade com que as transformações precisarão ocorrer para que a terra não entre no anunciado colapso.O marxista Boff defende que a humanidade está passando por um período de crise, com todos os latentes problemas de ordem social, econômica e ambiental. “Toda crise, pode ser uma oportunidade de aprendizado para uma transformação de valores e comportamentos muito maior”, diz.Ao conceito de sustentabilidade, cunhado no Relatório de Brundtland (1987) como o “uso dos recursos naturais que deve suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas”, Boff acrescenta a ideia de comunidade de vida. Para ele o homem é parte integrante de uma cadeia, da qual faz parte todo ser vivo e os elementos naturais. Portanto, o uso sustentável dos recursos naturais deve prover as necessidades de toda essa cadeia, que ele chama de comunidade de vida (e não apenas as necessidades humanas).O filósofo aponta que a forma com a qual o homem pode garantir a sustentabilidade passa pelo respeito aos limites da biodiversidade. Ele defende, portanto, uma exploração dos recursos respeitando a capacidade de reposição do próprio planeta. Por exemplo, o respeito ao curso natural de rios para pesca e abastecimento de água.Defende ainda o crescimento sustentável dos países em que os problemas sociais como a miséria e a fome estão presentes. E uma desaceleração no ímpeto de crescimento econômico dos países em que as condições de vida humana já são dignas. Por isso, o professor rejeita a ideia de que a inovação (necessária para a produção de bens sustentáveis) é dependente do estímulo à competição empresarial - para o teólogo, a necessidade por inovação deveria ser estimulada através do empreendedorismo. “Esta lógica do desenvolvimento, do lucro em cima de lucro, é insustentável”, enfatiza.Entre outras propostas, Boff destaca que a humanidade precisa repensar o consumo. Ele não vê outra saída, que não a redução dos níveis de consumo da parcela de 20% da população mundial que consome atualmente 80% de tudo o que é produzido (fonte: Ministério do Meio Ambiente). “O homem, sem a Terra, não sobrevive. Por outro lado, a Terra sem o homem continuará”, cita.Outro ladoContrapondo esta visão, que relaciona problemas sociais, ambientais e econômicos à voracidade da atividade empresarial, Mark Kramer, consultor americano da FSG, sugere a criação de valor compartilhado (teoria elaborada em conjunto com Michael Porter). Ou seja, envolver a geração de valor econômico de forma a criar também valor para a sociedade (com o enfrentamento de suas necessidades e desafios). “Valor compartilhado não é responsabilidade social, filantropia ou mesmo sustentabilidade, mas uma nova forma de obter sucesso econômico”, defende. (Clique e leia o artigo)O capitalista Kramer aponta que as questões sociais e ambientais devem integrar as principais estratégias de uma empresa, uma vez que seria incoerente a atual dinâmica empresarial de impactar negativamente os recursos naturais (matérias primas) e humanos (mercado consumidor) tão necessários à sua perpetuação no mercado.Segundo Kramer, para criar valor compartilhado a empresa deve ter em mente qual é o objetivo do seu negócio. Ele cita o exemplo de uma multinacional do mercado farmacêutico que, na Índia se deparou com um desafio: os consumidores potenciais viviam em zonas rurais (apenas 30% da população indiana residia na área urbana) e não consumiam medicamentos, pois não tinham acesso à saúde. Esta empresa investiu em um programa de construção de hospitais e capacitação de profissionais de saúde nestas regiões. Desta forma, “criou” seu mercado consumidor levando, ao mesmo tempo, desenvolvimento social.Ele defende o surgimento de um novo modelo de capitalismo em que a criação de valor compartilhado seja o objetivo principal das empresas. “O conceito de valor compartilhado reconhece que as necessidades da sociedade, e não só necessidades econômicas convencionais, definem o mercado”, suscita.Apesar da proposição de mudança considerável na finalidade da atividade empresarial (até então focada no atingimento de lucros e distribuição de dividendos), a teoria defendida por Kramer se mostra insuficiente ao não distinguir as grandes multinacionais das pequenas e médias empresas. Para estas, o custo elevado das transformações necessárias para atender à nova dinâmica do valor compartilhado poderia ser um entrave ao desenvolvimento.E quanto à questão apontada por Boff em relação à necessidade urgente de redução de consumo, a divergência é evidente. “Não defendo a redução nos níveis de consumo. Muito pelo contrário, defendo o consumo maior, com utilização menor de recursos naturais”, pondera o consultor americano, ressaltando o papel fundamental das inovações tecnológicas para tanto.Como percebemos, são visões antagônicas sobre um mesmo tema. Visões estas que contribuem com soluções práticas para a questão. E que, apesar das divergências, concordam em um ponto crucial: é urgente a necessidade de busca por uma solução para os problemas relacionados à sustentabilidade.
Postado por Unknown às 06:16 | Sessões: opinião, textos | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Urbanas - Álbum de Natal
14 de junho de 2012
Emaranhado de estruturas de aço em um aeroporto
Detalhe de placa em aeroporto
Pátio de um palacete em João Pessoa-PB
Mausoléu do político João Pessoa em João Pessoa-PBCores vivas no centro histórico de João Pessoa-PB
"Info" em duas versões
Visão da Ponte Newton Navarro (Natal-RN) de dentro do bugre
O teto de um restaurante (Natal-RN)
Postado por Unknown às 09:35 | Sessões: álbum | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Triste (nosso indício)
10 de junho de 2012
Eu não poderia imaginar jamaisque a lembrança de você me seria triste.Negligenciamos o sentir um do outro, masdo contrário, não deixamos de amar.Amamos cansados, talvez, sem a força pra dizer taisnecessárias palavras de gentileza.Porque o peso de tudo o que foi, fazcair todo anseio que embora insiste,E tudo aquilo que ainda existe é nada maisalém de um rastro daquilo tudo que um dia fomosPostado por Unknown às 21:25 | Sessões: textos | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Desejo do vento
5 de junho de 2012
Postado por Unknown às 12:05 | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Quando o sol se deita (Natal-RN)
30 de maio de 2012
Postado por Unknown às 06:34 | Sessões: álbum | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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"Na galha do Cajueiro"
25 de maio de 2012
Começo hoje a postar o álbum de Natal (Rio Grande do Norte), com fotografias tiradas durante a viagem que fiz no final do mês de abril. Como vocês vão notar, utilizei alguns filtros e bordas no estilo Istagram, mas a partir de um outro aplicativo online e gratuito: o pixlr, considerado o melhor neste quesito. Foi na verdade uma experiência que fiz de, pela primeira vez, aplicar filtros "hipster" nas fotos. Estas são do maior Cajueiro do mundo, localizado no município de Pirangi (grande Natal).Explicação da Wikipédia: "A árvore cobre uma área de aproximadamente 8500 m², com um perímetro de aproximadamente 500 m e produz cerca de 70 a 80 mil cajus na safra, o equivalente a 2,5 toneladas. E seu tamanho é o equivalente a 70 cajueiros. O cajueiro teria sido plantado em 1888 por um pescador chamado Luís Inácio de Oliveira; o pescador morreu, com 93 anos de idade, sob as sombras do cajueiro."
"O crescimento da árvore é explicado pela conjunção de duas anomalias genéticas. Primeiro, em vez de crescer para cima, osgalhos da árvore crescem para os lados; com o tempo, por causa do próprio peso, os galhos tendem a se curvar para baixo, até alcançar o solo. Observa-se, então, a segunda anomalia: ao tocar o solo, os galhos começam a criar raízes, e daí passam a crescer novamente, como se fossem troncos de uma outra árvore. A repetição desse processo causa a impressão de que existem vários cajueiros, mas na realidade trata-se de dois cajueiros. O maior, que sofre da mencionada anomalia, cobre aproximadamente 95% da área do parque; existe também um outro cajueiro, plantado alguns poucos anos antes, que não sofre da anomalia." (Wikipédia)
Postado por Unknown às 14:08 | Sessões: álbum | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Sempre na estrada – Um feliz Natal (RN)
10 de maio de 2012
É assim que guias turísticos, recepcionistas da pousada e alguns vendedores saudavam os turistas na viagem que fiz pra Natal há duas semanas. E não poderia haver saudação diferente. Um dos povos mais hospitaleiros que já conheci e, com certeza, muito preparados para lidar com o visitante.
Além disso, posso dizer sem parecer piegas ou exagerado que a capital do Rio Grande do Norte é uma das cidades que faz de fato com que o Brasil mereça a fama de “país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”.
Os roteiros turísticos com aquilo que você não pode deixar de ver, te levam a uma experiência singular. Compartilho com vocês o meu roteiro.Dia 1 – Pra ficar “bestificado com a cidade”Depois de horas nos aeroportos, entre escalas e conexões, nada melhor do que uma caminhada à tarde pela praia de Ponta Negra. Dali você avista o famoso Morro do Careca, uma duna que há oito anos é considerada área de preservação ambiental e coerentemente está fechada a visitação. E à noite, comer qualquer receita com camarão nos restaurantes da orla de Ponta Negra.Dia 2 – Segura o jegue! Com emoção!
É praticamente obrigatório ao visitar a capital
riograndenortense, o passeio de bugre pelas dunas e praias do litoral norte
(Genipabu). Dei a sorte de estar com “o melhor ‘bugueiro’ de Natal”, Totonho,
que há 18 anos faz passeios na região. Contando histórias curiosas e engraçadas
sobre a cidade com gírias como as que dão título a esse trecho, o ‘bugueiro’ torna
o dia ainda mais agradável. É neste passeio que os mais aventureiros podem
descer, “com emoção”, na prancha de madeira do ‘esquibunda’ e na tirolesa do
‘aerobunda’.Obs: Já no primeiro passeio a gente descobre que guias e bugueiros formam uma rede de colaboração com pontos comerciais como restaurantes, feiras de artesanato, aquários e vendedores ambulantes, para onde eles levam os turistas e são recompensados por isso. Pra se ter uma ideia fui parar em um restaurante de frente pro mar (não tão caro e muito bom por sinal) onde os ‘bugueiros’ já levaram até Antônio Banderas.Dia 3 – O sotaque e o jeito de falar do nordestino transformam qualquer piada boba em motivo para umas boas risadas.No pouco contato que tive com o povo de lá essa é uma constatação que fiz. Qualquer nordestino é um comediante em potencial. Afora as boas conversas com os nativos natalenses, fiz o passeio para a praia de Maracajaú, onde fui levado de barco sete quilômetros mar adentro para um mergulho em meio a corais. A sensação é de estar imerso em um grande aquário. No fim do dia a boa pedida foi comer carne-de-sol, com feijão verde, macaxeira, farofa e nata (em minha opinião o prato nordestino mais delicioso que já comi) e provar sucos e caipirinhas de frutas típicas como mangaba, cajá e etc.Dia 4 – Aprendendo a tarrar o carangueijoNeste dia, mais uma dica para o mochileiro: vale a pena alugar carro e fazer alguns dos itinerários por conta própria. Além de ficarem bem mais caros, os tours com guia são agendados muito cedo e nada mais agradável depois de dias acordando cedo do que poder acordar a hora que você bem quiser. Os caminhos não são difíceis e as estradas bem conservadas. Fui de carro pra praia da Pipa, a 80 quilômetros de Natal, onde além do maravilhoso visual, tomei uma decisão importante: nunca mais comer caranguejo na minha vida!Lá fui eu querer experimentar. Não sabia o que fazer com aquela bandeja de caranguejos na minha frente. O garçom dizia: “Tem que tarrar!”. “Hein???”. Até descobrir que a palavra significava quebrar o casco do bicho apertando com as mãos ou com um martelinho foi-se um bom tempo. No fim das contas, demora tanto pra tarrar e comer que você acaba ficando com mais fome do que antes!Dia 5 – O mais belo pôr do solNo nordeste tudo é perto. De um estado para o outro você vai em 2 ou 3 horas de viagem. Por isso, decidi ir pra João Pessoa, a capital da Paraíba. Vale a pena: conhecer o centro histórico (acompanhado por um guia), tomar sorvete de caipirinha, comprar os divertidos livretos de literatura de cordel, conhecer as praias e terminar o dia vendo o pôr do sol no rio Paraíba, praia do Jacaré, município de Cabedelo (na grande João Pessoa). O espetáculo da natureza é embalado pelo Bolero de Ravel, tocado ao vivo de um barquinho no meio das águas por Jurandy do Sax. Emocionante! À noite, dançar na casa de forró Rastapé, “afinal de contas estamos em Natal”.De volta pra casa, trouxe na bagagem muita castanha de caju e, com certeza, uma vontade imensa de voltar pra lá qualquer dia. Se alguém quiser contatos de pousada, guias, aluguéis de carro e restaurantes pode entrar em contato pelo e-mail do blog.
publicado também no blog: oipreguica.comPostado por Unknown às 13:52 | Sessões: álbum, textos | 1 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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