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Meio termo
17 de agosto de 2008
Não me desespero mais
Nem tampouco espero
A paixão que eu tinha por tudo o que era vivo a minha volta
é revolta, mas ainda assim não desapaixono.
Os enganos de sempre nem me perseguem tanto
Mas nem por isso é feito de desenganos o meu canto.
A falta de alegria não é tristeza
Nem é felicidade, a inexistência de sofrimento
Não é tudo e nem é nada pra ser sincero
Mas nem dizer verdade é o que queroPostado por Unknown às 10:21 | Sessões: textos | 5 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Aprecie com moderação
12 de agosto de 2008
Um chopp bem gelado no fim do dia, ou no fim de semana a tarde com os amigos. É um bom programa para todos aqueles que apreciam a famosa bebida feita de malte, lúpulo e fermento. Mas para que muitas pessoas desfrutem do prazer de uma deliciosa tulipa de chopp é necessário o trabalho de pessoas como seu Arnaldo, assistente de cervejeiro, para quem a cerveja é um ofício ao qual ele se dedica há mais de 30 anos.
Arnaldo já perdeu a conta de quantos litros de cerveja fabricou. Porém, atualmente, trabalhando na cervejaria Mistura Clássica em Volta Redonda, afirma que saem dos tonéis direto para os copos de apreciadores em todo o Brasil e no exterior mais de 30 mil litros de chopp e cerveja por mês.
Como todo bom cervejeiro, o assistente não gosta quando chamam de espuma o creme que surge quando a bebida passa dos barris para as tulipas. “Uma cerveja artesanal não tem espuma mas sim creme”, enfatiza, explicando que para cada tipo de chopp há uma quantidade certa de colarinho que, entre outras coisas, dá sabor e ajuda a manter a temperatura ideal da bebida.
Vários tipos diferentes de cerveja. Outro segredo que o cervejeiro revela ao falar um pouco mais da sua rotina. “Aqui produzimos Amber (maior teor alcoólico e coloração escura) e Pilsen (mais suave, seco, e coloração clara), mas existem vários outros tipos”, diz, apontando que a temperatura é um fator essencial para o bom chopp.
A rotina de Arnaldo começa às quatro horas da manhã na fábrica. O trabalho é artesanal e, segundo ele, exige muita técnica e paciência. Antes de ser gelada, a cerveja passa por três estágios: mistura, fermentação e cozimento. Depois, de cada lote de cerveja fabricada é retirada uma amostra que será testada em relação ao sabor e pureza.
Apaixonado pela profissão e pelo bom chopp, o assistente de cervejeiro brinca afirmando que deixou de beber durante a semana, apesar de passar o dia provando amostras dos tonéis fabricados por ele. “Aqui é o meu trabalho, nos finais de semana sou um apreciador”. E quando perguntado se gosta da profissão ironiza: “É um emprego ruim. Muita gente nem gostaria de estar no meu lugar”, diz.
...
Nota do jornalista: Como a maioria das boas histórias, esta surgiu de repente, sem querer. Conheci seu Arnaldo no aniversário de um amigo, quando este me pediu para ir de carro buscar mais chopp e acabei sendo acompanhado pelo próprio cervejeiro que me contou um pouco da sua rotina. Acabei aprendendo um pouco mais sobre este delicioso e gelado ofício e ainda ganhei uma taça de um dos melhores chopps Amber, com seis dedos de espuma, ops, creme, que já tomei.
Veja também: www.cervesia.com.br. Apreciem com moderação e se forem dirigir não bebam, agora é lei.Postado por Unknown às 18:08 | Sessões: notícias | 4 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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De mim
9 de julho de 2008
Sei que posso ser quem sou sem ser só um.
Mas
Me vejo vedado no véu da vontade, verdade.
Por isso, preciso sair, sumir, sentir
Às vezes voar, velejar pra ver
Pra saber pra onde ir
Sim
Saber que posso ser quem sou sem ser só um.Postado por Unknown às 20:00 | Sessões: textos | 6 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Som raro e “só para raros”
1 de julho de 2008
O espetáculo vai começar. É essa a sensação de quem escuta a obra d’O Teatro Mágico, seus CD’s e músicas baixadas na internet. Uma banda-trupe singular no cenário musical - tão dominado pela mesmice dos genéricos americanos - faz um som nacional. Genuinamento brasileiro, porque afinal o Brasil é a mistura de sons e cores que fazem parte do repertório do TM.
A banda de Osasco (SP) é uma verdadeira trupe de artistas com cantores, instrumentistas, atores, malabaristas, trapezistas, e o que mais couber no imaginário dos seus formadores. O show é uma grande variedade de música, encenações teatrais, espetáculos circenses, com direito a integrantes maquiados de palhaço.
O Teatro Mágico é único no cenário nacional por diversos motivos. As influências existem, é claro. Quem escuta sem muito critério fala que a banda se parece com Engenheiros do Havaí - provavelmente por conta do ator principal da banda Fernando Anitelli, cujo timbre de voz se assemelha ao do vocalista da banda oitentista. Zeca Baleiro, Raul Seixas e até um pouco de Mutantes podem também ser pinçados do som “para raros”* do Teatro. Essa mistura, porém, não torna a banda “mais do mesmo”, muito pelo contrário, dá às suas canções uma sonoridade ímpar.
Em seu acervo de encantamentos, a banda-trupe-circo traz letras de uma poesia simples e bela. É como um sarau, onde música, poesia e idéias soltas se misturam. São poemas transformados em canção. Violinos, flautas, gaitas, violão, sons chiados de rádio, e outras experimentações sonoras completam as boas letras.
“Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
Benvindos ao Teatro Mágico.”
*Entrada Só Para Raros é o nome do primeiro CD do TM. O segundo disco já lançado chama-se O Segundo Ato.Postado por Unknown às 19:09 | Sessões: música | 2 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Simplesmente, grandemente
10 de maio de 2008
Não é preciso ganhar sempre. Levar vantagem em tudo. Às vezes é mais humano perder o lugar, dar a vez, deixar o outro ter a sua vez. É pra falar de amor, doação e coisas do tipo. Sair um pouco do “eu”, pra pensar um pouco em nós. Eu e você, não. Deixa isso também de lado, por enquanto. É pra falar da gente.
Fazer pelos que fazem por nós, é fácil demais, nada de mais. Mas, doar um pouco pelos distantes, nossos “próximos/semelhantes”. Doar do nosso tempo. Um pouco. Fazer o que podemos. Dar lugar no ônibus. Jogar no lixo. Não usar descartáveis. Fazer a nossa parte. Simplesmente.
Ou grandemente. Fazer o bem. Aquilo que tantos grandes homens e mulheres já nos ensinaram. “Morrer” um pouco pelos que têm um pouco menos que nós. Dar o que temos de melhor. Nossos talentos, nosso trabalho. Ser um palhaço no hospital para as crianças com câncer. Ir até os leprosos. Tentar mostrar que somos todos iguais nas nossas belas e necessárias diferenças. Cobrar. Revolucionar. Levantar bandeiras, pressionar. Não deixar barato, pensando em “todo mundo”. Procurar saber; agir. Não votar mais neles.
Nada de novo nisso tudo. É que andamos muito voltados para o “eu” e, no máximo, o “eu e você”. Boas coisas, aliás. Só que não é tudo. Esse outro jeito de amar anda me fazendo falta ultimamente.Postado por Unknown às 16:00 | Sessões: textos | 10 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Parque Nacional de Itatiaia
27 de abril de 2008
Postado por Unknown às 13:37 | Sessões: álbum | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Um ano
11 de abril de 2008
O Vencedor
Marcelo Camelo
Olha lá quem vem do lado oposto
Vem sem gosto de viver
Olha lá que os bravos são escravos
Sãos e salvos de sofrer
Olha lá quem acha que perder
É ser menor na vida
Olha lá quem sempre quer vitória
E perde a glória de chorar
Eu que já não quero mais ser um vencedor,
Levo a vida devagar pra não faltar amor
Olha você e diz que não
Vive a esconder o coração
Não faz isso, amigo
Já se sabe que você
Só procura abrigo
Mas não deixa ninguém ver
Por que será?
E eu que já não sou assim
Muito de ganhar
Junto às mãos ao meu redor
Faço o melhor que sou capaz
Só pra viver em paz.Postado por Unknown às 20:57 | 3 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Exercite seus músculos musicais
5 de abril de 2008
OLHE DE NOVO
Não achei que tinha dado ibope, mas depois de ter ficado duas horas com uma amiga no MSN tentando dar dicas sobre os nomes das bandas aqui representadas e de um comentário pedindo as respostas aí vai:
Gorillaz
Rollin' Stones (Os mais óbvios)
Led Zeppelin
Eagles (As águias)
White Snake
White Zombie
Queen
Prince
Sex Pistols (nas mãos da rainha)
Seal (a foca atrás do zumbi branco)
Scissor Sisters (as irmãs tesouras)
Three doors down
U2 (dois u's pixados na parede)
The invisible man (atrás da mesa de frutas)
Beach Boys (os dois com as pranchas)
Alice in chains
Eminem (Os M&M's no chão)
Match Box 20 (no chão)
50 Cent
Smashin Pumpkins
Red Hot Chilli Peppers
Madonna (o quadro da mulher com o bebê)
Garbage
Hole
The Police
Radiohead
Blind Melon (a melancia com os óculos escuros)
Agora olhe de novo. Você vê mais algum? Se sim, poste comentários.
Tá vendo a figura aí em cima? Um amigo me mandou pelo msn e achei divertido passar alguns minutos "exercitando". No meio desse quadro se encontram várias figuras que se referem a nome de bandas ou cantores em inglês ( algumas bem na cara, outras nem tanto). Aproveite!Postado por Unknown às 14:19 | Sessões: música | 3 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Comentário pessoal sobre um grande jornalista
30 de março de 2008
Quem entre os que trabalharam no Diário do Vale consegue esquecer Dicler Simões feliz da vida por ter conseguido a manchete do dia seguinte? Era o exemplo vivo do jornalista romântico, que respirava jornalismo sete dias por semana, 24 horas por dia, nas folgas e no tempo livre. Fazia o tipo de jornalismo que me fez querer cursar a faculdade de comunicação. Aquele jornalismo que tem a pretensão de "mudar o mundo".
O 'Jacaré', Diclerzão, Jaca, deixa saudades a todos que passaram por sua vida. Nos meus quatro anos de trabalho no Diário do Vale, confesso que tentava , todos os dias, aprender um pouco mais com Dicler. Seu jeito de apurar, de contar uma história, de "esquentar" uma notícia, de cativar uma boa fonte, como ninguém fazia igual. Era o jornalista que saía por último da redação, andava sempre com o rádio de escuta, sentado em frente ao computador com seu bloco de reportagem, caneta, copo de café e cigarro na boca, como a gente vê nos filmes, ouve histórias de professores na faculdade, ou lê nos livros.
Quem não se lembra de ter ligado para o Jacaré para contar sobre um "notícia" que acabara de "acontecer" e ouvia dele um "Já estou sabendo" com todos os detalhes possíveis, como se estivesse no local? Quem esquece das informações que um repórter levava horas para apurar e que Dicler, com um ou dois telefonemas, conseguia levantar? Lembro das vezes em que pedia um telefone de uma fonte (que tinha certeza que teria) e o Jacaré tirava aquela velha caderneta da gaveta com telefones de todo mundo anotados ou rabiscados desde a cabeça da página até o rodapé.
Para mim, pessoalmente, um exemplo de profissional e de vida. Trabalhou até o fim, apaixonado pela profissão. Ouvi dizer que na quarta-feira, quando ligaram do jornal para saber seu estado de saúde, Jacaré teria perguntado: "Já conseguiram a manchete?" Era assim Dicler Simões, um jornalista apaixonado que vai deixar saudades.
Mais informações sobre Dicler Simões no site do Diário do ValePostado por Unknown às 08:08 | Sessões: comentários, textos | 1 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Coração do meu Brasil
20 de março de 2008
Gente por todo lado. Vans e kombis, muitas. Em número que supera o de carros. Pessoas gritando, andando, correndo, falando ao celular. Quiosques, barracas, carros de som, promoção. Cheiro ruim, lixo, esgoto, suor, perfume. Ritmo acelerado. Estou no Rio de Janeiro. Mas o Rio de Janeiro de verdade. Diferente daquele que a gente só vê na Zona Sul, com praias, gente de terno e gravata, ou sunga, biquíni e saída de praia. Nada de iates, lanchas, carros do ano, mendigos, maltrapilhos, aleijados, cachorros, velhos, travestis, espalhados pelas calçadas. Nada de prédios altos, antigas construções, ruas largas, estações de metrô. Nada do Rio do “centro da cidade” onde vamos quando precisamos tirar um documento importante, pegar um avião, prestar vestibular ou assistir a um jogo no Maracanã.
O Rio é muito mais que isso. E só fui me dar conta agora, que estou morando “lá”. A cidade é uma infinidade de bairros diferentes com estrutura de verdadeiras cidades. Tem muita gente que passa meses sem ir ao centro. Nada do Rio que nos mostram rachado no meio entre favelas e urbanismos. O Rio não tem apenas dois lados: tem três, quatro, cinco... Uma cidade plural, com gente como eu e você. Pessoas que moram em casas de um, dois andares, em ruas comuns com pracinha, lanchonete, sorveteria, quiosque de açaí. Cariocas de verdade, que puxam o X, falam alto, são prestativos, agitados, adoram carnaval (ah, o carnaval!!!). Cariocas de todos os jeitos, como o Rio é de todos os jeitos. Um Rio de Janeiro onde "dá pra sair de noite" sem levar uma bala perdida ou topar com uma blitz da PM. Agora começo a conhecer uma cidade maravilhosa, cheia de encantos mil.Postado por Unknown às 21:34 | Sessões: comentários, textos | 3 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Cadê a fé
24 de fevereiro de 2008
Cadê a fé?
Que me movia
Movia montanhas a minha volta
Onde está ela?
A esperança
Que me trazia sempre de volta
Cadê a fé?
Que não se acabaria
Sempre seria a minha escolta
Onde está ela?
Que não deixava
O sofrimento.
Ou pelo menos, nestes momentos,
A dor levava.Postado por Unknown às 16:53 | Sessões: textos | 4 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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Eu que nunca gostei mesmo de futebol
27 de janeiro de 2008
Quarta-feira à noite. Dia de futebol na TV. Mas eu, prefiro ir pro quarto ler um livro, escutar uma música ou simplesmente dormir. Parei pra pensar sobre isso dia desses. E cheguei à conclusão: nunca gostei mesmo de futebol. Tenho meus momentos de torcedor, confesso, de quatro em quatro anos na Copa e vez ou outra numa final em que o time pelo qual digo torcer vai jogar.
Desde pequeno, nunca me fizeram me interessar pelo futebol. Sim, porque é algo cultural. Não uma vontade que nasce com a gente. A não ser para aqueles que têm o talento para o futebol, como muitos moleques desse Brasil. Meu pai nunca foi o bom de bola e nunca se importava em dizer para mim: “Chuta, chuta”. Ele se importava sim em me ensinar outras coisas muito importantes para a formação do meu caráter.
O fato é que, não gostar de futebol, ou não se importar com os 22 jogadores, três árbitros e uma bola, me tira do convívio das pessoas, por pelo menos duas horas e me exclui de algumas conversas no dia seguinte, ou durante toda a semana quando se trata de um clássico.
Eu até tentei jogar futebol, admito, mas nunca me interessava.
Uma vez quando era muito pequeno – devia ter uns 7 anos – jogava na rua de um primo bom de bola e aficionado pela coisa. O gol era a garagem de uma casa abandonada. E os times eram formados por adultos e crianças. Uma brincadeira saudável. Talvez por isso jogasse. Porque, se fosse realmente uma competição, provavelmente não jogaria. Mesmo assim ficava sempre atrás, olhando acontecer.
Até que por um acaso do destino a bola veio parar nos meus pés. Dei um chute certeiro por debaixo do goleiro que pulava para tentar pegar a pelota. Gol. E todo mundo se admirou, já que todos sabiam que eu realmente não era chegado. Vibrei. Mas passou. Não seria por isso que eu, que nunca gostei mesmo de futebol, passaria a gostar.
Nem por isso também, deixei de ir a um estádio assistir a uma partida. Porém, mesmo quando fui, minha reação não era a mesma dos outros. Não prestava muita atenção ao jogo em si. Jogadas, faltas, dribles e outras coisas que fazem parte da futebolística. Prestava mais atenção na reação das pessoas. Nos gritos de guerra das torcidas, nas bandeiras, xingamentos e etc. Talvez fosse o lado jornalista - de observar de fora - já falando mais alto. A experiência de ir a um estádio? Muito boa. Tanto que voltei outras algumas vezes.
Não sei por que escrever sobre isso, mas o futebol está tão presente na vida de nós brasileiros que deve haver uma necessidade de justificação. Eu que nunca gostei mesmo de futebol, talvez nunca chegue a saber o que é torcer por um time, vestir o uniforme para assistir a um jogo com os olhos na TV e os ouvidos no radinho de pilha, ou então sair pra jogar numa terça-feira a noite com os amigos. Mais ou menos um peixe fora d’água mas que nem por isso deixa de ser brasileiro.Postado por Unknown às 10:01 | Sessões: textos | 13 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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